Os sons das palavras
Alguns sons passam logo, velozes, não dá tempo de misturar-se a eles. Outros, diferente, já permanecem por mais tempo, no espaço, enquanto não encontram todos os lugares vazios.
Alguns sons passam logo, velozes, não dá tempo de misturar-se a eles. Outros, diferente, já permanecem por mais tempo, no espaço, enquanto não encontram todos os lugares vazios.
Quando adentra-se na estrada do discernimento vocacional, nota-se a ousadia em deixar familiares e amigos em prol daquele que chama a todos pelo nome e os fazem sujeitos de suas próprias ações, tendo como alvo, os filhos e filhas do altíssimo.
TEMA: “Casa comum, nossa responsabilidade” LEMA: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”. AMÓS 5,24
Apressadamente, como Maria em visita a sua prima Izabel (Lc 1, 39-45), aproveitemos este fato para tornar o “mundo” o melhor lugar para viver.
A visita da Mãe Aparecida peregrinando por nossas terras por vezes asfaltadas, por vezes lama, pedras e poeiras, mas sempre ornamentadas de flores, faixas, bandeiras, cavalos, carros, casas enfeitadas…
Esse é o título do livro da jornalista Leila Ferreira, que vale a pena ser lido, principalmente nestes tempos em que a vida está se tornando pesada.
Em uma região formada por tantos negros, como esta em que está a Diocese de Guanhães, talvez seja a hora de refletirmos sobre a importância de uma pastoral afro-brasileira que pense a cultura, os desafios, os problemas, do povo negro.
Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamei-vos amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer.
Em nossa Igreja diocesana, os padres têm se comprometido, na contramão de uma sociedade cada vez mais pessimista, pautada pelas crises de todo tipo, a contribuir com os fiéis nesta aventura em reconquistarem a esperança, os valores éticos, a convivência comunitária e religiosa.
Vivemos em um país que não oferece aos jovens oportunidades reais de emprego. E pior: não se envergonha de tantos que vivem na ociosidade, na informalidade e, infelizmente, no crime e na violência.